segunda-feira, 9 de março de 2009

Stilo da Fiat pode ter provocado morte de quatro pessoas

O Ministério da Justiça e a Fiat travam, há oito meses, um embate envolvendo denúncias de falhas de fabricação no modelo Stilo. Os dois lados se armam com extensos dossiês que exigiram trabalho até de detetives para vasculhar detalhes das pessoas envolvidas no processo. A Fiat quer provar que seus carros não saíram de fábrica com defeito. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), ligado ao Ministério, busca evidências para mostrar o contrário e obrigar a montadora a realizar um recall. O processo envolve supostas vítimas de acidentes com modelos Stilo que teriam soltado uma das rodas. Há relatos de pelo menos quatro vítimas fatais.

Fonte: O Estado de S. Paulo.

Em 2009, safra deve atingir 135,3 milhões de toneladas

Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deverá ser 7,3% menor que a obtida no ano passado (145,8 milhões de toneladas). A área plantada deverá atingir 47,4 milhões de hectares, 0,3% maior que a de 2008 (47,2 milhões de hectares). Regionalmente, a produção e as variações esperadas para 2009, em relação à safra 2008 são: Região Sul, 54,7 milhões de toneladas (-10,8%); Centro-Oeste, 47,1 milhões de toneladas (-7,1%); Sudeste, 16,8 milhões de toneladas (-4,1%); Nordeste, 12,9 milhões de toneladas (3,4%) e Norte, 3,8 milhões de toneladas (–1,8%).

Em fevereiro, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola1 (LSPA), realizado pelo IBGE, estimou que, dentre os 25 produtos selecionados, sete apresentaram alta na estimativa de produção, em relação a 2008: amendoim em casca 2ª safra (16,6%), arroz em casca (3,7%), cana-de-açúcar (1,1%), cebola (4,6%), feijão em grão 1ª safra (15,8%), feijão em grão 2ª safra (11,0%) e mandioca (0,3%). Espera-se queda para dezoito produtos: algodão herbáceo em caroço (17,2%), amendoim em casca 1ª safra (5,2%), aveia em grão (5,1%), batata-inglesa 1ª safra (8,3%), batata-inglesa 2ª safra (6,6%), batata-inglesa 3ª safra (1,6%), cacau em amêndoa (5,2%), café em grão (16,0%), cevada em grão (13,0%), feijão em grão 3ª safra (6,5%), laranja (1,1%), mamona em baga (2,9%), milho em grão 1ª safra (15,7%), milho em grão 2ª safra (6,2%), soja em grão (3,9%), sorgo em grão (10,1%), trigo em grão (15,5%) e triticale em grão (17,0%).

No LSPA de fevereiro, destacam-se as variações nas estimativas de produção, comparativamente ao mês de janeiro, de seis produtos: arroz em casca (1,4%), feijão em grão 1ª safra (-1,6%), feijão em grão 2ª safra (11,8%), milho em grão 1ª safra (-1,1%), milho em grão 2ª safra (4,9%) e soja em grão (-0,3%).

Fonte: IBGE

The Economist elogia "frutos da indolência do Brasil"

"Colher os frutos da indolência", este é o título da matéria publicada na revista The Economist, referindo-se ao sistema bancário brasileiro que mantém bancos estatais com o Banco do Brasil, Caixa Econômica do Brasil e BNDES, na sua tutela. Apesar de ter estado na contramão da cartilha dos economista, com a crise mundial é exatamente o que as potências mundiais estão fazendo agora: ajudando bancos privados falidos e tornando-se sócio".

A matéria analisa como o Brasil está se comportando na crise. Vale a pena ler: http://www.economist.com/world/americas/displaystory.cfm?story_id=13243343&fsrc=rss

Bolsa de Tóquio cai 1,2%

Bolsa de Tóquio cai 1,2% nesta segunda
Menor nível desde 1982 devido a queda de empresas do setor imobiliário e de seguradoras afetaram o desempenho do mercado no Japão

O índice Nikkei 225 da Bolsa de Tóquio fechou em seu menor nível em mais de 26 anos, puxado pela forte queda das ações de empresas do setor imobiliário e de seguradoras, como Mitsui Fudosan e Tokio Marine Holdings. Traders e analistas atribuíram o declínio às vendas realizadas por fundos de hedge e outros investidores estrangeiros, mas a continuação das compras por parte de fundos públicos manteve o Nikkei 225 acima dos 7 mil pontos. O índice teve queda de 1,2% e fechou aos 7.086,03 pontos, o menor nível de fechamento desde outubro de 1982.

"As compras dos fundos de pensão deverão continuar até o fim do ano fiscal (em 31 de março), limitando a baixa do Nikkei para cerca de 7 mil pontos", disse o estrategista Tsuyoshi Kawata, da corretora Nikko Cordial. Quando se enfraquecer esse movimento, porém, o Nikkei 225 pode testar o limite de baixa em abril e maio, com o primeiro nível de sustentação na mínima de 1982, de 6.849,78 pontos. "Ainda não está claro qual será o piso do Nikkei", afirmou Kawata.

Com o crescimento das preocupações nos EUA de que a seguradora AIG continue a enfrentar problemas mesmo depois de receber ajuda do governo, os investidores agora temem que as condições dos mercados de crédito piorem ainda mais do que o previsto, afirmou Kishi.
Números desta segunda-feira mostraram que o Japão sofreu o maior déficit em conta corrente da história em janeiro por conta da queda nas exportações.
Fonte: Agência Estado

De dezembro para janeiro, produção industrial avança 2,3%

Em janeiro de 2009, a produção industrial avançou 2,3% frente a dezembro de 2008, na série com ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de três resultados negativos, divulgou nesta sexta-feira o IBGE. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os índices revelam uma ampliação da tendência de queda nas comparações que envolvem períodos mais longos.

Na comparação com janeiro de 2008, o decréscimo foi de 17,2%, registrando a terceira queda consecutiva nessa comparação. O indicador acumulado nos últimos doze meses manteve a trajetória descendente e atingiu em janeiro a taxa de 1,0%, sua marca mais baixa desde fevereiro de 2004 (0,2%).

Taxa de desemprego dos EUA é a maior desde 1983

O Departamento de Trabalho americano divulgou nesta sexta-feira a taxa de desemprego. De acordo com o relatório, os Estados Unidos perderam 2,6 milhões de empregos nos últimos quatro meses. Desde o começo da recessão, em dezembro de 2007 até hoje, já foram cortadas 4,4 milhões de vagas.

A taxa de desemprego em fevereiro ficou em 8,1%, a maior desde 1983. Só em fevereiro, foram cortados 651 mil postos de trabalho. Só o setor de serviços reduziu 375 mil postos em fevereiro, após baixa de 276 mil em janeiro.

Balança comercial fecha fevereiro com superávit de US$ 1,7 bilhão

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou o resultado da
balança comercial brasileira do mês de fevereiro de 2009. Segundo a nota, a balança comercial apresentou superávit – diferença entre os valores exportados e importados – de US$ 1,767 bilhão. O número é resultante de exportações de US$ 9,588 bilhões (média diária de US$ 532,7 milhões) e importações US$ 7,821 bilhões (média diária de 434,5 milhões) realizadas nos 18 dias úteis do mês. A corrente de comércio (soma das operações de exportação com as de importação) somou US$ 17,409 bilhões em fevereiro.

A média diária das exportações apresentada no mês ficou 20,9% menor que a verificada no mesmo mês do ano passado (US$ 673,7 milhões). Porém, em relação ao desempenho médio diário em janeiro último (US$ 465,8 milhões), houve crescimento de 14,4%.

Fonte: FGV