A melhora de humor externo não foi suficiente para puxar a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ao território positivo nesta sexta-feira. Ao final da jornada, o Ibovespa registrava queda de 0,35%, aos 39.015 pontos e giro financeiro de R$ 3,66 bilhões.
No entanto, a perda de ontem não ofuscou o bom desempenho da semana. O índice subiu 5,15%, melhor semana das últimas quatro. Em março, o ganho está em 2,18%, e no acumulado do ano, a valorização é de 3,90%.
Segundo o diretor da InTrader, Edson Hydalgo Júnior, mais uma vez as ações da Vale é que impediram um melhor desempenho do Ibovespa. Ontem, o papel PN da mineradora cedeu 1,84%, para R$ 26,60, e o ON perdeu 2,65%, a R$ 30,82.
De acordo com Júnior, a perda de valor pode ser atribuída à briga entre comprados e vendidos em razão do vencimento de opções sobre ações que acontece na segunda-feira.
Fonte: Época Negócios
sábado, 14 de março de 2009
Venda de autopeças deve recuar 29% no 1º trimestre
Pesquisa realizada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) com 93 empresas, que representam 42% do faturamento total do setor, mostra que o faturamento real caiu 29,2% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. As informações foram coletadas entre os dias 18 de fevereiro e 6 de março.
A ociosidade do setor de autopeças, que chegou a 30% em janeiro, caiu para 27% em fevereiro e agora em março está em 20%. O setor cortou cinco mil vagas de trabalho entre o final de dezembro e março, saindo de um total de 208 mil para 203 mil. A maioria das demissões ocorreu em janeiro.
A pesquisa mostra ainda que o setor encerrou o primeiro bimestre de 2009 com saldo negativo na balança comercial, de US$ 455 milhões. Nesse período, foram exportados US$ 794 milhões ante US$ 1,249 bilhão de importações.
Fonte: Agência Estado
A ociosidade do setor de autopeças, que chegou a 30% em janeiro, caiu para 27% em fevereiro e agora em março está em 20%. O setor cortou cinco mil vagas de trabalho entre o final de dezembro e março, saindo de um total de 208 mil para 203 mil. A maioria das demissões ocorreu em janeiro.
A pesquisa mostra ainda que o setor encerrou o primeiro bimestre de 2009 com saldo negativo na balança comercial, de US$ 455 milhões. Nesse período, foram exportados US$ 794 milhões ante US$ 1,249 bilhão de importações.
Fonte: Agência Estado
IBGE: liquidações no início do ano puxam alta do varejo
O técnico da coordenação de comércio e serviços do IBGE Reinaldo Pereira avaliou hoje que a alta de 1,4% nas vendas do comércio varejista em janeiro de 2009 ante dezembro de 2008 pode ser atribuída às promoções realizadas no comércio após o Natal. Segundo Pereira, a crise econômica elevou os estoques nas lojas no último trimestre do ano passado, o que levou à liquidações no início deste ano.
Já o aumento de 6% nas vendas do varejo brasileiro em janeiro de 2009 ante igual mês de 2008 foi puxado especialmente pela atividade de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que responderam por 3,4 pontos porcentuais, ou 41% da expansão total do comércio nessa base comparação.
Fonte: Agência Estado
Já o aumento de 6% nas vendas do varejo brasileiro em janeiro de 2009 ante igual mês de 2008 foi puxado especialmente pela atividade de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que responderam por 3,4 pontos porcentuais, ou 41% da expansão total do comércio nessa base comparação.
Fonte: Agência Estado
Em janeiro, vendas do varejo cresceram 1,4% e receita nominal, 2,1%
Ambas as taxas foram em relação a dezembro, na série ajustada sazonalmente. Na comparação com janeiro de 2008, o volume de vendas e a receita nominal cresceram 6,0% e 11,9%, respectivamente. Nos últimos doze meses, volume e receita acumularam crescimento de 8,7% e 14,7%.
O Comércio Varejista do País, após um trimestre negativo, inicia 2009 com crescimento das taxas ajustadas sazonalmente (com relação ao mês anterior): 1,4% no volume de vendas e de 2,1% na receita nominal. Nas demais comparações, obtidas das séries sem ajuste, o volume de vendas cresceu 6,0% sobre janeiro de 2008, acumulando 8,7% nos últimos 12 meses. Já a receita nominal cresceu 11,9% e acumulou 14,7% nos últimos 12 meses.
Em janeiro, na ajuste com ajuste, cresceu o volume de vendas de sete das dez atividades pesquisadas. Veículos e motos, partes e peças (11,1%); Livros, jornais, revistas e papelaria (7,6%); Móveis e eletrodomésticos (7,1%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,8%); Tecidos, vestuário e calçados (2,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,8%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,3%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (–12,5%); Material de construção (-2,8%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,7%).
O Comércio Varejista do País, após um trimestre negativo, inicia 2009 com crescimento das taxas ajustadas sazonalmente (com relação ao mês anterior): 1,4% no volume de vendas e de 2,1% na receita nominal. Nas demais comparações, obtidas das séries sem ajuste, o volume de vendas cresceu 6,0% sobre janeiro de 2008, acumulando 8,7% nos últimos 12 meses. Já a receita nominal cresceu 11,9% e acumulou 14,7% nos últimos 12 meses.
Em janeiro, na ajuste com ajuste, cresceu o volume de vendas de sete das dez atividades pesquisadas. Veículos e motos, partes e peças (11,1%); Livros, jornais, revistas e papelaria (7,6%); Móveis e eletrodomésticos (7,1%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,8%); Tecidos, vestuário e calçados (2,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,8%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,3%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (–12,5%); Material de construção (-2,8%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,7%).
Santander incentivará aposentadoria
O Banco Santander vai adotar um programa de incentivo para aposentadoria para seus funcionários no Brasil, de acordo com o sindicato dos bancários de São Paulo.
Segundo o sindicato, o banco espera que o programa atinja até 5 mil funcionários do Santander e do Banco Real. O sindicato e os bancos estariam discutindo os termos da proposta.
O grupo tem um total de 53 mil empregados no Brasil.
Fonte: Dow Jones.
Segundo o sindicato, o banco espera que o programa atinja até 5 mil funcionários do Santander e do Banco Real. O sindicato e os bancos estariam discutindo os termos da proposta.
O grupo tem um total de 53 mil empregados no Brasil.
Fonte: Dow Jones.
Petrobras e PDVSA adiam decisão sobre associação em refinaria em Pernambuco
Não está definida a participação da petrolífera estatal venezuelana PDVSA na Refinaria Abreu e Lima, do Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. O ministro de Petróleo venezuelano e presidente da PDVSA, Rafael Ramirez no último dia 12 teve uma reunião com a Petrobras – que vem tocando sozinha o projeto – e com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Após duas horas de conversas sem consenso, as duas petrolíferas adiaram a decisão para daqui a dois meses, assinando um termo aditivo de 60 dias ao contrato de associação que expiraria no dia 26 deste mês.
“O interesse de ambos os países se mantém, não há interesse de pontos de gista. Venezuela e Brasil pensam igual”, disse Lobão ao final da reunião. De acordo com o ministro, serão constituídas comissões mistas para estudar as questões de natureza legal que impedem a concretização da sociedade.
A parceria vem sendo negociada desde 2005. Em setembro passado, a Petrobrás e a PDVSA chegaram a concluir o acordo de acionistas, mas a assinatura do documento e o fechamento do negócio ainda dependem da definição de questões comerciais. O principal impasse refere-se à intenção da PDVSA de comercializar, no Brasil, sua parte na produção da refinaria. A intenção foi reafirmada por Rafael Ramirez ao chegar para a reunião no ministério de Minas e Energia.
Embora a entrada da estatal venezuelana na distribuição contrarie os interesses da Petrobras, o ministro Edison Lobão garantiu que não há impecilhos legais para a participação estrangeira nesse setor. “É perfeitamente possível dentro de regras estabelecidas pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). A PDVSA terá que se submeter às regras internas brasileiras”, afirmou. Lobão lembrou, ainda, que empresas privadas já atuam no ramo da distribuição no Brasil, mas as regras da ANP exigem licitação.
Além de um acordo quanto à distribuição, falta definir ainda o contrato de compra do petróleo venezuelano e brasileiro que abastecerá a refinaria. “Há alguns problemas como questões ligadas aos cálculos que deverão ser feitos para efeito de pagamento do petróleo venezuelano. A Venezuela tem regras legais internas que conflitam com a legislação brasileira”, disse Lobão.
Fonte: Revista América
“O interesse de ambos os países se mantém, não há interesse de pontos de gista. Venezuela e Brasil pensam igual”, disse Lobão ao final da reunião. De acordo com o ministro, serão constituídas comissões mistas para estudar as questões de natureza legal que impedem a concretização da sociedade.
A parceria vem sendo negociada desde 2005. Em setembro passado, a Petrobrás e a PDVSA chegaram a concluir o acordo de acionistas, mas a assinatura do documento e o fechamento do negócio ainda dependem da definição de questões comerciais. O principal impasse refere-se à intenção da PDVSA de comercializar, no Brasil, sua parte na produção da refinaria. A intenção foi reafirmada por Rafael Ramirez ao chegar para a reunião no ministério de Minas e Energia.
Embora a entrada da estatal venezuelana na distribuição contrarie os interesses da Petrobras, o ministro Edison Lobão garantiu que não há impecilhos legais para a participação estrangeira nesse setor. “É perfeitamente possível dentro de regras estabelecidas pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). A PDVSA terá que se submeter às regras internas brasileiras”, afirmou. Lobão lembrou, ainda, que empresas privadas já atuam no ramo da distribuição no Brasil, mas as regras da ANP exigem licitação.
Além de um acordo quanto à distribuição, falta definir ainda o contrato de compra do petróleo venezuelano e brasileiro que abastecerá a refinaria. “Há alguns problemas como questões ligadas aos cálculos que deverão ser feitos para efeito de pagamento do petróleo venezuelano. A Venezuela tem regras legais internas que conflitam com a legislação brasileira”, disse Lobão.
Fonte: Revista América
sexta-feira, 13 de março de 2009
Obras de refinaria no Maranhão começam este ano
O presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta quinta-feira, 12, que começarão neste ano os trabalhos de terraplanagem para a construção da refinaria do Maranhão, investimento de aproximadamente US$ 19 bilhões. Em discurso durante visita aos projetos da Odebrecht para formação de mão de obra para a construção da hidrelétrica de Santo Antonio, em Rondônia, o presidente reiterou seu discurso de que o Brasil combaterá a crise econômica investindo.
"Quanto mais o mundo tiver crise mais nós faremos investimentos. Essa crise se combate investindo. Se eu ouvisse o discurso da oposição ficaria amofinado e não investiria", disse.
Em seu discurso, o presidente lembrou das dificuldades para aprovar o projeto e conseguir as licenças ambientais para as hidrelétricas do Rio Madeira. "O processo é um verdadeiro inferno", disse o presidente, afirmando também que "no Brasil às vezes tem muita gente para destruir e poucos para construir".
Lula também fez um apelo ao presidente da Bolívia, Evo Morales, para que o país aprove o projeto, que já vem sendo discutido pelo dois países, de construir uma hidrelétrica binacional, no Rio Madeira, na divisa com Brasil e Bolívia. A usina ficaria rio acima de Santo Antonio e Jirau e teria capacidade para gerar 3 mil megawatts (MW).
Fonte: Agencia Estado
"Quanto mais o mundo tiver crise mais nós faremos investimentos. Essa crise se combate investindo. Se eu ouvisse o discurso da oposição ficaria amofinado e não investiria", disse.
Em seu discurso, o presidente lembrou das dificuldades para aprovar o projeto e conseguir as licenças ambientais para as hidrelétricas do Rio Madeira. "O processo é um verdadeiro inferno", disse o presidente, afirmando também que "no Brasil às vezes tem muita gente para destruir e poucos para construir".
Lula também fez um apelo ao presidente da Bolívia, Evo Morales, para que o país aprove o projeto, que já vem sendo discutido pelo dois países, de construir uma hidrelétrica binacional, no Rio Madeira, na divisa com Brasil e Bolívia. A usina ficaria rio acima de Santo Antonio e Jirau e teria capacidade para gerar 3 mil megawatts (MW).
Fonte: Agencia Estado
Assinar:
Comentários (Atom)

